Efacec

Sabia que...
O novo laboratório espacial europeu Columbus inclui tecnologia portuguesa totalmente concebida pelo grupo Efacec. Denominado EuTEMP, o equipamento espacial foi integralmente concebido e produzido pela Efacec, certificado pela Nasa e Agência Espacial Europeia (ESA) e integrou a missão que partiu da nave espacial ‘Atlantis’ do Cabo Canaveral, na Florida (EUA), para a Estação Espacial Internacional. A Efacec tem ainda em curso diversos outros projectos nesta área como o CTTB (Component technology test bed), um projecto com o objectivo de testar o comportamento de diferentes tecnologias electrónicas quando sujeito a determinados ambientes do espaço.

Enquadramento

A Efacec é em si mesmo um exemplo de sustentabilidade. A Efacec, com origem numa pequena empresa (A Moderna) criada em 1905, é hoje o maior grupo português de empresas do sector eléctrico, emprega mais de 4500 colaboradores em todo o mundo, tem operações em mais de 65 países nas áreas da Energia, Transportes e Logística, Engenharia e Serviços.

 

A Efacec utiliza 90% de tecnologia própria, desenvolvendo os seus próprios produtos, serviços e soluções, introduzindo sistematicamente características inovadoras, e cooperando com um grande número de instituições tecnológicas. As actividades da Efacec são extremamente relevantes para a sociedade, estando presente nos sectores que apresentam os maiores desafios no futuro, como sejam o Ambiente, a Energia e os Transportes. Por outro lado, desde há várias décadas que a Efacec desenvolve acções de protecção do ambiente e de carácter social, mantendo uma relação muito especial com os seus Colaboradores, facto que é patente no dinamismo das suas Associações de Colaboradores. No seu sistema de gestão, a Efacec define ainda um Código de Ética e uma Política de Sustentabilidade, contendo um amplo conjunto de princípios que cobrem vários das suas actividades.

 

Em 2004, no sentido de formalizar as suas iniciativas de sustentabilidade, a Efacec lançou o seu programa Desenvolvimento Sustentável, definindo-o como a implementação de uma gestão integral de médio/ longo prazo, de forma equilibrada (pressupõe valores humanos e sociais), estratégica (assume o retorno das respectivas opções de gestão) e operacional (o progresso é continuamente acompanhado). No mesmo ano, a Efacec tornou-se membro do BCSD Portugal, subsidiária portuguesa do Business Council for Sustainable Development. A partir daí, as informações de actividades de responsabilidade social, passaram a ocupar um maior espaço na comunicação da Efacec, culminando com a publicação regular de Relatórios de Sustentabilidade e o lançamento de um portal interno exclusivamente dedicado ao tema.

 

Visando a excelência e a melhoria contínua, a Efacec iniciou também uma prática de comparação sistemática da qualidade dos seus desempenhos com padrões exigentes e internacionalmente reconhecidos. Em 2006 e 2007, a Efacec conseguiu colocar-se entre os dez finalistas do Prémio Cidadania das Organizações e das Empresas, organizado pela PricewaterhouseCoopers e pela AESE, tendo inclusivamente sido premiada em 2007, com uma Menção Honrosa na vertente económica. Do mesmo modo, concorreu no final de 2006 ao prémio Empresa Mais Familiarmente Responsável, organizado pela Deloitte e pela AESE, vencendo na categoria das grandes empresas (ex-aequo com a EDP). Em 2009, a Efacec colocou-se em 3º lugar no Prémio Desenvolvimento Sustentável promovido pela Heidrick & Struggles e foi reconhecida como fornecedor do ano na área da sustentabilidade pelo cliente Iberdrola. Já em 2010, por ocasião de uma nova participação no Prémio Cidadania das Empresas e das Organizações, A Efacec recebeu uma Menção Honrosa na vertente transversal Inovação.

 

O papel social da Efacec foi igualmente reconhecido em Janeiro de 2006 pela Associação Industrial Portuguesa (AIP), que homenageou a homenageou com a sua Medalha de Ouro, pelo contributo dado pela empresa para a economia portuguesa e para a imagem de Portugal nos mercados externos. Já em 2009, a Efacec recebeu o Prémio 2009 da Academia de Engenharia pela excelência da engenharia própria, nos produtos e serviços desenvolvidos, que asseguram uma competitividade indiscutível a nível internacional.



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